climatoliga

Pontes do desrespeito


Em muitas localidades, a escassez das chuvas e o baixo nível dos reservatórios fazem com que governos e cidadãos desejem precipitações meteorológicas abundosas para evitar racionamentos. Em Itapiru, distrito de Rubim MG, a lógica é diferente para os quase dois mil habitantes, principalmente para aqueles que precisam ir à sede do município diariamente. O transtorno está sendo causado pela ausência de infraestrutura, pois as duas pontes que existiam na estrada para Rubim, estão em ruínas e os veículos têm que passar dentro dos córregos para chegar aos seus destinos.

Ao todo o distrito contabiliza quatro problemas com pontes. O primeiro episódio ocorreu há mais de seis anos na ponte que liga Itapiru à Catajás, distrito de Santo Antônio do Jacinto MG, sua reconstrução foi paliativa usando madeira e próxima ao nível do rio, inundando a estrutura quando as águas sobem e oferecendo risco aos usuários. A segunda ponte, que liga Itapiru a Rubim, não suportou o peso de um caminhão e caiu em Abril do ano passado, a estrutura era de madeira e sua queda gerou problemas para a região, além de comoção nas redes sociais. A terceira ponte, que ainda estava de pé, caiu em Março de 2015 e agravou a situação para chegar a Itapiru via Rubim. A quarta ponte fica na estrada para Igrejinha (Cristianópolis) que também está em péssimo estado, endossando a necessidade de que os gestores públicos do município não apenas se pronunciem, como ajam imediatamente para que não tenhamos nenhum acidente.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Continuar a ler

Categories: Cidade, climatoliga, Geografia, Hidrografia, itapiru | Etiquetas: , , , , , , , , | 2 comentários

Município de Rubim em processo de desertificação, segundo estudos PAE/MG


Um terço do território mineiro corre o risco de virar deserto se nada for feito para combater a degradação do solo.A ameaça, que pode se concretizar em 20 anos, recai sobre 142 municípios que ocupam 177 mil quilômetros quadrados na Região Norte e nos vales do Jequitinhonha e Mucuri, onde predominam os climas semiárido e subúmido seco e de entorno.

As áreas, de baixa precipitação pluviométrica, já são suscetíveis à desertificação, que torna inviável o uso delas para fins econômicos e sociais. Para piorar, o processo é acelerado pela ação do homem, como indica o Plano de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca em Minas Gerais (PAE/MG). O estudo foi elaborado pelo Governo do Estado, conforme exigência do Ministério do Meio Ambiente. Continuar a ler

Categories: Cidade, climatoliga, Fauna & Flora, Geografia, Informações, Jacinto, made in rubim, meio ambiente, Meteorologia, Montanhas e Cordilheiras, politica, Rio do Prado, Rios e Córregos, Santo Antônio do Jacinto, vale do jequitinhonha | Etiquetas: , , , , , , , , , | 3 comentários

Climatologia rubinense


https://i1.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/detalhar/mini-PC-N.gif https://i2.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/detalhar/mini-NB.gif https://i1.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/detalhar/mini-CH.gif https://i0.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/previsao/mini-PC.gif https://i2.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/previsao/mini-PN.gif https://i1.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/previsao/mini-CC.gif https://i2.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/detalhar/mini-NC.gif

Clima RubinenseAs características climáticas em Rubim varia do clima semi-árido a úmido, com totais pluviométricos anuais compreendidos entre https://i2.wp.com/imagens.climatempo.com.br/images/gotas.gif600 e mais de https://i2.wp.com/imagens.climatempo.com.br/images/gotas.gif1.600 mm, irregularmente distribuídos ao longo do ano. As chuvas concentram se basicamente em seis meses do ano (outubro a março), sendo o trimestre dezembro/fevereiro responsável por mais de 50% da precipitação total. O fenômeno conhecido como “veranico” traz conseqüências calamitosas para a agricultura e a vida das comunidades da área. O fato é mais grave por ocorrer em pleno período das chuvas, sendo de difícil previsão, geralmente coincidindo com um período de elevadas temperaturas e, conseqüentemente, condicionando altas taxas de evapotranspiração potencial.
A temperatura média anual acusa pouca variação, situando-se na faixa de https://i2.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/temp_min.gif21 a https://i1.wp.com/tempoagora.uol.com.br/images/icones/temp_max.gif24ºC. O mês mais quente é fevereiro e o mais frio é junho. No vale do Jequitinhonha as zonas serranas, atenuadas pelo efeito da altitude, apresentam temperaturas mais amenas; contrapondo-se às áreas deprimidas (vales), onde os índices térmicos são mais elevados, este é o caso da cidade de Rubim. A umidade relativa do ar varia entre 60 e 80% de média anual.

Clima Rubinense

Dados mensais da Climatologia: Rubim – MG
Mês
Temp. Mín icone  temperatura minima (ºC)
Temp. Máx. icone  temperatura maxima (ºC)
Precipitação precipitação (mm)
Os dados climatológicos representam uma média do período entre 1961 e 1990.

1 19.1 29.3 137.9
2 19.2 29.4 113.5
3 19.3 29.4 90.7
4 18.4 28 90.9
5 16.9 26.9 52.3
6 15.2 25.4 41.6
7 14.9 24.7 48
8 15.2 26 32.4
9 16.5 27.2 35.2
10 17.8 27.7 93.5
11 18.6 27.9 174.2
12 19.1 28.7 183.6
Categories: climatoliga, made in rubim, Meteorologia | Etiquetas: , , , , , , | Deixe um comentário

Site no WordPress.com.

%d bloggers like this: